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Calendário:
Então, como todos que jogam sabem, nós seguimos um calendário de turnos. Nessas primeiras semanas turnamos no dia 07 de junho de 2080. Dia 04 de junho de 2011 todos os turnos devem ser encerrados para que o novo dia comece. Dessa vez pularemos duas semanas, estaremos turnando no dia 21 de junho de 2080. Postaremos com o narrador resumindo toda a trama. Aguardem!


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[FP] Charlotte Theremin

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[FP] Charlotte Theremin

Mensagem por Charlotte Theremin em Sab Out 15, 2011 12:44 am

FP: Charlotte Theremin
Nome completo: Charlotte Theremin
Apelido: Lotte
Idade: 19 anos
Sexo: Feminino

Filiação: None
Raça: Bruxa
Onde vive: Island Barton
Trabalho: Dançarina na Boate de Luxo Margareth

Cabelos: Ruivos, de tamanho médio.
Cor dos olhos: Verdes
Aparência: Rosto arredondado, traços simples, e sorriso encantador. A pele branca contrasta com a cor dos olhos e dos cabelos. Baixa estatura, o que a faz parecer uma boneca de porcelana.
Marcas, tatuagens e afins: Possui uma tatuagem em forma de floco de gelo na parte interna do pulso esquerdo.

Pontuação
Destreza: 10
Carisma: 30
Inteligência: 20
Raciocínio: 20
Força: 5
Autocontrole: 5
Coragem: 10

Sua história:
“Como sempre, a ‘sala da mamãe’ exalava aquele perfume gostoso e uma fumaça esverdeada passava por debaixo do vão da porta. Ela não gostava que eu a observasse experimentando poções novas do livro da vovó. Ela dizia que tinha medo de eu me machucar, caso acontecesse alguma coisa. Ela sempre se preocupou bastante comigo, visto que meu pai morreu quando eu era muito mais nova do que sou hoje. Nossa família éramos apenas nós duas, e uma tinha que cuidar da outra. Normalmente, uma nova poção é um evento aqui em casa. Eu ajudo a mamãe a escolher os ingredientes certos, a decifrar a letra da vovó e a levar tudo para sala de poções, que eu gostava de chamar de ‘sala da mamãe’. A partir daí minha mãe se tranca na sala e eu fico encostada na porta, só a ouvindo enquanto ela narra cada movimento seu. ‘Agora a mamãe vai colocar um pouco de pimenta. Na verdade, serão três, pequenas e moídas três vezes ...’ Porém naquele dia as coisas não aconteceram desse jeito. A mamãe não me pediu para ajudá-la a escolher os ingredientes. Muito pelo contrário, chegara como um foguete, já com uma sacola na mão, e proibira-me de me envolver com aquela, mantendo-me trancada no meu quarto o quanto pôde. Mesmo assim, um tempo depois de ela entrar na sala, eu fui até o lado de fora da porta e lá fiquei, esperando para ouvir sua voz. Infelizmente isso não aconteceu, e eu continuei onde estava por algumas horas. Um tempo depois o aroma doce e delicado que vertia da sala até então se transformara em um aroma instigante, que despertara meu olfato, juntamente com os meus outros sentidos. Diversos pensamentos passaram pela minha cabeça ao mesmo tempo, fazendo-me delirar internamente. A fumaça também mudara, passando de verde a vermelha gradativamente. E eu, que antes estava sentada ao pé da porta, instantaneamente me levantara e, neste exato momento, mamãe saiu da sala, eufórica. Com isso, acordei do meu devaneio e me lembrei que não deveria estar lá. Mamãe, porém, ao invés de me advertir, sorriu para mim e disse: ‘Lotte! Ainda bem que você já está aqui. Venha com a mamãe, minha princesa. Eu tenho um presente para você.’ Assustada com a reação da mamãe, eu não consegui discutir com ela, restringindo-me a segui-la do jeito que ela me pediu. Ao entrar na sala, o aroma invadiu por completo minha mente, obrigando-me a fazer um esforço descomunal para prestar toda a atenção que me restava ao que minha mãe me dizia: ‘... é uma raridade. É algo que você deve manter consigo o tempo inteiro e usar apenas quando em situações de extrema necessidade, você me entendeu?’ Perdendo o início da frase, mas não querendo admitir isso para mamãe, eu assenti com a cabeça, deixando-a continuar com as recomendações. ‘Essa é a última poção que a vovó escreveu em seu livro. É uma muito difícil e perigosa de se fazer, então eu não quero que você tente, combinadas?’ ‘Combinadas, mamãe. Mas o que ela faz, exatamente?’ ‘Esta daqui não é uma das poções que a mamãe já lhe ensinara a fazer. Eu a classificaria como um tipo de veneno. Mas não se engane, minha pequena, esta mistura não tem um propósito exato. Ela surtirá um efeito diferente para cada pessoa que a use.’ Esse conceito nunca ficou muito claro para mim, mas fez tanto sentido para a minha mãe que eu achei que algum dia também faria para mim. Depois deste discurso, ela se virou para o caldeirão, pegou um frasco que repousava ao seu lado e o preencheu com o líquido vermelho. Observando-o por um tempo, eu não pude evitar lembrar-me da sensação deliciosa que aquele aroma me causara. Esticando o braço para mim, ela repetiu: ‘O tempo inteiro’. Pegando o frasco da mão da mamãe e segurando-o forte, senti um aperto no coração, algo que eu nunca havia sentido antes. Este sentimento me fez temer pela minha mãe, sem que houvesse algum motivo aparente. Tentando afastar isso do meu coração, eu simplesmente falei: ‘Obrigada, mamãe. A senhora pode me fazer mais um favor?’ ‘Qualquer coisa, meu bebê.’ ‘Me dá um abraço?’ Com um sorriso no rosto, aquele seria o último e melhor abraço que mamãe me daria.
Naquela noite tudo parecia igual. A tranqüilidade de casa durante a noite me fazia finalmente relaxar da correria do dia. Ainda com o frasco junto a mim, eu precisava de um lugar para guardar ele, um lugar seguro. Lembrando do que mamãe me dissera, eu me lembrei de algo que sempre andava comigo. Pegando minha varinha da cinta que usava na coxa direita, fiquei encarando-a. Aquele objeto era como parte do corpo dela, o lugar ideal para guardar um item daquela importância. Passando a mão por ela e, mentalizando o feitiço, a ponta de trás da varinha se abriu, expondo uma pequena foto na parte de dentro da madeira: a foto do seu pai. Um jovem moreno, de olhos claros, que sorria escancaradamente para a foto. Quem a tirara fora a minha mãe e desde que meu pai se fora eu a levo comigo. Acomodando o frasco no espaço vazio e fechando a varinha com um toque na madeira, finalmente pude deitar na minha cama. Quando estava quase pegando no sono, fui interrompida por um barulho estridente no andar de baixo. Assustada, continuei deitada, esperando que não fosse nada de mais. Porém, um segundo depois, mamãe invadiu o meu quarto, elétrica, mandando-me pegar as minhas coisas mais importantes, dando-me o livro de poções e me mandando pegar a vassoura dela e sair de lá o mais rápido o possível. Não entendendo os motivos, mas sem conseguir desobedecê-la, eu simplesmente fiz o que ela mandava. Saí voando pela janela do meu quarto, levando comigo nada mais do que o necessário. Dei a volta na casa, sem conseguir realmente ir embora deixando minha mãe para trás. Fiquei planando ao redor da minha janela, onde pude ver pessoas muito pálidas, com olhos vermelhos, que encurralavam minha mãe na parede. Contive o ímpeto de gritar e sem querer entrando no campo de visão da minha mãe, que me lançou um olhar repreensivo, fui obrigada a realmente ir embora, as lágrimas escorrendo pelo rosto. Enquanto eu me afastava, gritos de medo e de terror ecoavam do meu quarto. Aquele som nunca mais sairia das minhas lembranças, e aquilo fora o suficiente para me fazer perder totalmente o rumo.
Aquele resto de noite eu não dormi. Apenas andei sem rumo por toda a Ilha. Sempre que a verdade se abatia sobre mim, eu precisava parar e chorar. Chorar a morte da minha mãe. Vampiros. Eles nunca a haviam feito mal. Até agora. O pior é que para onde olhava eu podia ver vampiros. Barton era a ilha deles, afinal. Tudo o que eu mais queria era sair dalí, fugir dalí, ir para outro lugar, para longe deles. Infelizmente, não conhecia mais nenhum lugar, o que tornava minhas esperanças praticamente nulas. Quando percebi, estava na rua do bar da Margareth. Já estivera lá milhares de vezes, e este provavelmente era o motivo pelo qual meu inconsciente teria me trazido até aqui. Adorava passar as noites vendo aquelas moças lindas dançarem em cima do palco. Sempre achara que poderia passar a vida assim, dançando. Mamãe dizia que eu aprendi a dançar antes mesmo de aprender a andar. A lembrança da minha mãe me fez entristecer e, tentando afastar os pensamentos ruins da minha mente, entrei no bar. Aquele lugar era como uma casa para mim, e neste momento eu percebi que aquele era o lugar onde deveria ficar até descobrir o que fazer. Quando entrei, todas aquelas moças estavam dançando em uníssono. Recompus minha aparência em um espelho do corredor da entrada. Aquele era o melhor que eu conseguiria ficar. Abri um sorriso que não tinha vontade de dar e fui até o balcão para pagar minha entrada. Porém, ao invés de ficar na frente do palco as observando, fui até o camarote, enfeitiçando o segurança para que ele não percebesse a minha passagem. Lá me deparei com a tutora delas, Margie, que notou minha presença e me encarou. ‘O que deseja, senhorita?’ ‘Boa noite, senhora. Eu gostaria de saber se haveria alguma possibilidade de eu trabalhar aqui. Pelo menos por algum tempo.’ O olhar dela não demonstrava qual seria a resposta da senhora. Porém, seu posterior sorriso me acalmou internamente. ‘Mostre-me o que você consegue fazer.’”

Photoplayer: Emma Stone

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Charlotte Theremin

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