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London's Hyde Park

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Lisa Marie Barton em Qua Maio 11, 2011 12:29 pm

Off: Ficou melhor agora, seu lindo. *pedreira* (LLLL)
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Vincent em Qua Maio 11, 2011 3:19 pm

Off: parque de encontros já né HUSAIHRIUASHRIU
PEGA FOGO NO MATAGAL ALI
BJOS
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Vincent

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Lisa Marie Barton em Qua Maio 11, 2011 7:24 pm

A brisa fria batia contra os seus cabelos e a deixava sem sentir frio. Ela sentia que faltava algo ali. Sempre havia faltado. Seu propósito fora um dia descobrir, mas tudo se perdeu quando a única pessoa que poderia ajudá-la se foi. Sua tia seria uma chave importante para descobrir tudo que estava se passando na sua mente.

Seus sonhos diários, imaginando que um dia tudo isso mudaria, lembrando-se do passado em que fora feliz e se sentia bem... Não completa, mas em partes como se estivesse em casa. Tudo fora uma perda de tempo, ela pensava. Viajando em seus sonhos que nunca mais se tornariam realidade. Pensar em tudo aquilo a fazia perceber na utopia em que vivia, deixando-se levar por aquilo. Ela não era diferente do que os vampiros eram. Ela alimentava-se de vida e precisaba disso.

O demônio a fez sentir-se como nunca tivesse se sentindo. O choque da sua realidade com a realidade dos seus pensamentos, do seu próprio mundo de fantasias. Percebeu que estava vivendo como uma princesinha pomposa sem propósito nenhum na sua vida, apenas esperando a próxima decisão que tomariam para pôr a sua vida para a frente. Sem poder reclamar e tendo que aceitar todas as atrocidades que lhe eram impostas. Porém, vendo por esse lado, ela supostamente deveria odiar a todos, mas não conseguia sentir mais nada além de um grande amor por seus irmãos e, agora, seus iguais.

De repente seus pensamentos foram cortados por um cheiro diferente. Não era algo que já sentira antes, mas sim algo que parecia muito familiar. Parecia como flores, mas não eram. Parecia como a sua casa, mas não era. Parecia com o perfume, só que muito mais aguçado, que exalava de uma pessoa conhecida. Seus olhos abriram-se devagarmente, seguidos da sua mão que foi de encontro ao seu rosto, tirando uma mecha de cabelo que ali encontrava.

Foi quando ela sentiu algo diferente. Sentia que o que faltou-lhe sempre estava ali na sua frente; sentiu como seu coração, que agora encontrava-se sem bater, de alguma forma, estivesse saltando-lhe do peito e indo de encontro até o dele, amarrando-se ali e nunca mais o soltando. Não mais sentindo medo de se perder em meio aos seus desejos vampíricos.

Sabia que ele a ajudaria, de alguma forma, a manter as suas forças.

Piscou algumas vezes. Querendo saber se realmente era real aquilo; saber se realmente estava sentindo-se daquela forma. Em meio aos seus questionários mentais, ela pôde sentir a presença que ele emanava, fazendo-a ter certeza de que não passava de um mero mortal. Ele era como ela, ela podia sentir.

Sua visão ainda estava turva, por causa das lágrimas que havia deixado percorrer os olhos, deixando-a sem enxergar direito, por mais que sua visão noturna fosse como a de uma coruja. Entretando, nem se estivesse cega poderia esquecer-se de quem aquelas feições pertenciam. O choque percorreu seu corpo, deixando-a sem fala por longos e seguidos minutos.

Como, por mais que fosse só por alguns segundos, poderia esquecer-se a quem pertencia aquele rosto?

Temeu que, por alguma razão, ele não se lembrasse dela. Não soubesse o que havia se passado pela mente dela todos esses anos, achando que ele era um mero mortal e morrera sem nem ao menos saber o que fizera ela sentir. Achou-se uma tola por pensar que de alguma forma ele pensaria nela. Mas mudou seu pensamento rapidamente apenas em poder ver que ele ainda preocupava-se com as outras pessoas, como fizera com ela uma vez. Ele podia não amá-la, mas a confortava saber que ele continuava sendo o mesmo.

O mesmo que a havia tirado da escuridão apenas por uma noite. E, naquela mesma noite, havia roubado-lhe os pensamentos.

Seus olhos agora encontravam-se fixos com os dele. Eles pareciam os mesmos de sempre, vivos e mais agudos. Não sorrir ao menos em vê-los brilhando em sua frente, poderia ser considerado a causa de uma sentença de morte. Seus lábios subiram, deixando a mostra os dentes brancos. "Eu estaria mentindo se dissesse que não estou bem melhor agora." As palavras escaparam-lhe da boca.
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Lucas Ipswich em Dom Maio 22, 2011 1:20 pm

Caminhar pela noite sempre fora a coisa que Lucas mais gostara
de fazer, isso ajudava ele a refletir sobre o que fizera e o que
ainda tinha e devia fazer.

Balançando a varinha com as mão ele segui quieto.
Desde a "morte" de seu melhor amigo, nunca tivera ninguém
para conversar.

" Por que fiz aquilo?"

Seus atos foram precipitados agora estava sozinho, não
tinha ninguem para quem contar seus segredos, suas duvidas,
seus anseios e seus medos.
As vezes conversava com alguns vampiros,
demônios e até alguns outros seres mas apenas a negócios.

Agora estava sozinha atrás de uma ave perdida.
Muitos achavam que era uma lenda, mas o que poucos sabiam é
que ela realmente existia. Dentre esses poucos estavam a Irmandade
Negra, que incumbira Lucas de encontrar a ave.

Agora ele se dirigia a Barton, que ficava abaixo de seus pés, para falar
com o rei que a Irmandade o tinha mandado.
Olhando ao redor enquanto caminha ele ve Lisa, a princesa vampira
uma das poucas com quem ele falava. Mas como ela está acompanhada
ele decide não se intrometer e fica a alguma distancia sentado em
um banco.
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Gabriel em Dom Maio 22, 2011 8:48 pm

*Continuou agachado em frente a vampira, seu olhar percorrendo cada traço de seu rosto, quase como se quisesse memorizá-lo, gravá-lo em sua memória. Ela parecia muito serena daquela forma, era certamente encantadora. Mas por sua aura podia dizer que a serenidade era mera fachada. Algo a perturbava.

Quando a jovem abriu seus olhos, o anjo foi obrigado a franzir levemente o cenho. Aqueles olhos lhe eram muito familiares. Não sabia exatamente de onde, mas é como se já tivesse a visto antes. 'Talvez... não.' Aqueles olhos o fizeram lembrar de uma conhecida. Um anjo. Uma amiga. Mas não poderia ser. Ela havia sido banida de Heaven por se apaixonar por alguém. Ele nunca averigou de quem se tratava, mesmo que pudesse dizer que era próximo dela. Fora condenada a viver como humana e há séculos os boatos eram de que ela havia morrido, já que era humana.

No entanto, agora, olhando para aqueles olhos, que pareciam lhe absorver cada pensamento coerente, Gabriel não sabia como reagir. Provavelmente não era ela, mas seus pensamentos foram tomados por lembranças. A anja jovem pela qual Gabriel se responsabilizara. Ensinara a cuidar da Humanidade. Aquela de quem se aproximara e zelara. Aquela que falhara em defender.

Fechou os olhos de deixou que a brisa noturna o livrasse daqueles pensamentos. Suspirou profundamente e tornou a olhar para a vampira. Não era ela. Ele deveria parar com aquelas bobagens e se dedicar a ajudar aquela garota. Aquilo era passado. Um passado muito distante e era lá que deveria ficar.

Vê-la sorrir fez com que Gabriel se acalmasse e lhe retribuisse o sorriso, educadamente. Embora fosse uma vampira, podia sentir nela uma humanidade rara. Não precisaria passar muito tempo perto dela para concluir que era doce e que ela não o prejudicaria. Nem mesmo se quisesse. Assentiu levemente, satisfeito com a resposta que recebera.*

Hm. E posso saber o que fazes por aqui? Sozinha.

*Permanecera na mesma postura, olhando-a com uma curiosidade genuína. Os vampiros normalmente eram seres muito amargos e dificilmente eram influenciados pelos anjos, pelo menos no quesito de absorver energias positivas. Mas aparentemente a vampira a sua frente era uma exceção. Aquilo intrigava e divertia o anjo, que não podia evitar a familiaridade.*

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Lisa Marie Barton em Dom Maio 22, 2011 9:04 pm

Off: ESSES MEUS ANJOS.................
AAAAAAAAAAAAAA
SEU LINDO <333333
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Sarah Wolfric em Dom Maio 22, 2011 9:16 pm

off= Já sei onde Miguel vai fazer seu primeiro post, deixa eu acabar com o climinha que ta se formando u_u

OSKPOAKSPOAKPSOKASOPA, aaai ta lindo *-*

Invejinha de vcs, e esses post bons de mais :~~

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Vincent em Dom Maio 22, 2011 9:31 pm

Off: Uziel
Gabriel
e Miguel
estreando no mesmo local, ok? u_U
combinado HUIAHSRIUASH
Dragogo, primeiro post do Miguel tem que ser aqui u_u
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Gabriel em Dom Maio 22, 2011 9:42 pm

OFF: Nada a ver, Dragogo. u.u
OPERGEKROGPEKRGOPERKGEOPR

SIIIIM, TEM QUE SER AQUI. VEM MIGUEL. /sagaz
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Sarah Wolfric em Dom Maio 22, 2011 10:56 pm

OFF- VISH, ENTÃO FECHOU!
Mas não dá hj, que eu vou ter que sair... A criança tem que ir dormir pq tem escola cedo T.T

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Lisa Marie Barton em Ter Maio 24, 2011 10:05 pm

It can be possible that rain can fall,
Only when it's over our heads
The sun is shining everyday, but it's far away
All the world is dead.


Seu olhar era sereno, mas a confusão por dentro do seu corpo não a deixava ficar calma. Fora tomada por algo que não conseguia distinguir a emoção da razão. Ele exalava um antigo sentimento que a deixava sentir o antigo coração. O mesmo que um dia batera loucamente apenas em pensar em como aqueles olhos podiam fazê-la acalmar-se.

Não era desejo. Não era encanto. Nenhuma palavra, naquele instante, era suficientemente forte para ser usada expressando suas emoções, que agitavam mais e mais quando ela realizava e percebia o tamanho da bondade e compaixão vindas dele. E, de alguma forma, ele fazia com que ela esquecesse das impurezas daquele mundo que tanto a contaminaram um dia.

Esquecia-se de que precisava alimentar-se da vida alheia para sobreviver.

Piscou os olhos algumas vezes, pensando se ele sentiria-se da mesma forma que ela se sentia agora. Com certeza, e poderia apostar nisso, ele não iria sentir a mesma bondade que vinha dele, vindo dela. Mas, no fundo, ela poderia saber que existia bondade em seu interior, esperando que ele conseguisse perceber isso. Sim, ela esperava por isso.

Ele, de alguma forma, não pertencia ao seu mundo, porém. Ele era mais grandioso do que qualquer outra presença que ela pôde sentir algum dia. Seus olhos eram de uma vida; seus cabelos brilhavam mesmo na escuridão; sua pele parecia ter sido feita pelo próprio Criador, acreditado por todos os humanos que sentiam pena de si mesmos; seu corpo parecia esculpido a barro apenas perfeito para ele e ninguém mais.

Ele poderia ser considerado a perfeição que outrora fora tão discutida entre todos aqueles povos.

Passou as mãos pelas mechas dos seus cabelos longos e escuros, as ondas que se transformaram em cachos, desmancharam-se com os finos dedos passando no encontro dos fios sedosos. Os olhos piscavam ainda, não querendo nem por um segundo deixar a visão se desfazer. Ela temia por suas piscadas, que se de alguma forma ele pudesse desaparecer e ela perder todos aqueles sonhos.

A voz dele balançou como sinos gritantes de qualquer Igreja em sua cabeça. Os lábios dele, no entanto, eram a única coisa que chamava a sua atenção. Ela podia entender todas as palavras, e apenas sentir a sua voz. Ela não queria colocar outro fundamento para o porquê de escutá-la, a não ser de poder sentir-se segura. A voz dele deixava suas inseguranças correrem e se esconderem, naquele momento.

Curvou seus lábios no sorriso mais verdadeiro que poderia dar. - Pensar na vida. - Ajeitou-se no banco, apoiando o cotovelo e levantando-se. Sentou-se, deixando aquela posição que a fazia sentir fraca ou algo do tipo. - Ou na possível vida que eu possivelmente poderia ter tido. - Completou, agora já sentada e sentindo-se firme, assim como ele a deixava sentir.

Ela poderia sentir que o que vinha dele ela nunca antes tinha sentido, como uma vampira, é claro. Seu sangue não cheirava como os demais, ele não a deixava com a vontade de sugá-lo. Pelo contrário, ele parecia controlar aquela vontade. Fazê-la esquecer de todo o mundo ao redor e apenas fixar naquele ser, que parecia tão humano, mas estranhamente não humano.

E ela queria pertencer àquele mundo tão excêntrico.

Nem mesmo deixou-se levar pela decepção que tentava consumí-la por inteira. Ele não a havia reconhecido, isso era um fato. Seus modos não se alteraram, mas seus sentidos a avisavam que aquilo não era verdade. Ele, de alguma forma, sabia quem ela era e onde era seu verdadeiro lugar.

Ele sabia onde ela pertencia.
No fundo, ela também sabia aonde era seu lugar, com quem deveria estar.
E a quem um dia chegou a amar.
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Angelique Barton em Ter Maio 24, 2011 10:48 pm

OFF: LINDA
LINDA
LINDA
LINDA

GABRIEL TE AMA. <3
EROPGEKROPGERKGOPERGKOPEROP

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Ishtar em Qua Maio 25, 2011 8:20 pm

Off: QUI GRAXIIIIIIINHHHHHHHHHHAAAAAAA *o*
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Gabriel em Sex Maio 27, 2011 10:29 pm

*Seu olhar involuntariamente acompanhava cada pequeno movimento realizado pela vampira. A graça com que se movia. E apenas naquele curto espaço de tempo ele já sabia que ela era diferente. Algo nela brilhava. Como se ela tivesse uma luz interior que mantivesse as trevas afastadas. Era quase como se ela fosse angelical, embora todas as circunstâncias devessem indicar o contrário. Ela parecia ser intocada pelas impurezas do mundo, embora Gabriel tivesse plena consciência de que nenhum ser daquela Dimensão era livre de pecado.

E de repente Gabriel percebeu que há muito tempo nada e nem nenhum ser o fascinava tanto. Poderia ficar horas estudando-a. Tentando entender. Desvendar seus pensamentos. Continuar a olhar no fundo daqueles olhos de um azul tão límpido. Queria enxergar, compreender sua essência. Descobrir o motivo dela o cativar tanto.

Tudo nela parecia fazê-lo manter-se tão próximo dela, como um imã. Mas eram seus olhos as visões das quais o Arcanjo não conseguia ficar sem. Era como estar em transe. Ele evitava piscar para que não perdesse uma reação que eles pudessem esboçar. Sentia como se estivesse sob a pele da jovem, como se fosse abatido por um turbilhão de emoções que jamais havia sentido antes. Não era incomum que conseguisse entrar na mente das pessoas, porém não com tamanha intensidade. Sempre impusera barreiras, mas algo na ligação deles era tão intenso que era impossivel não ser afetado. Informações demais. Lembranças demais. Pensamentos demais. Sentimentos demais. Não queria invadir sua privacidade. Não queria compartilhar de suas lembranças.

Precisou de certo esforço para fugir daquele furacão. E quando o fez, sentindo-se desnorteado, seu cenho se franzeu levemente. Sabia que seu fascínio já não era mais apenas uma função psicológica de sua condição humana. Havia algo a mais ali e o simples fato de não saber, de não ter total controle sobre a situação, abalou um pouco a calma do Arcanjo. Não que fosse deixar que isso transparecesse, mesmo que involuntariamente.

E quando os lábios rosados da jovem foram curvados num sorriso, Gabriel pôde jurar que a aura dela se tornara ainda mais clara e brilhante. Ela era dona do sorriso mais verdadeiro que já vira. Seu sorriso era mais um traço que o fez lembrar-se de um certo alguém. Seus pensamentos voltaram a anja e como era impossivel não corresponder-lhe o sorriso. Gabriel sempre fora um anjo fácil de se lidar. Seja em qual dimensão em que estivesse, desde que reconhecesse a sinceridade e a bondade no próximo. Mas mesmo em seus momentos de dúvida, um simples sorriso dela era capaz de fazê-lo sorrir também. E ele reconhecia o mesmo traço na vampira. O que podia ou não ser bom.

Os vampiros eram criaturas que iam contra a vontade do Criador. Eram indignas. Desprezíveis. Malditas. Pobres seres amaldiçoados a ficarem por toda a eternidade vagando pela escuridão e por becos escuros, sujando suas mãos de sangue inocente, o mesmo sangue que corrompe o que sobrou da consciência deles. Jamais poderiam ver a luz do dia e ver as criações Dele.

No entanto, quando olhava para Ela, era como se ela fosse dona de uma pureza que não pertencesse aos vampiros. Nem mesmo aos humanos. Ela ainda tinha bondade dentro de si. Tinha alma, mesmo que fosse mínima. Aquilo tudo fez com que Gabriel se sentisse estranhamente mal. Mal por tudo o que ela tivera e tem de passar. Como se quisesse salvá-la daquele lugar e levá-la para um lugar qualquer. Não importa onde, mas queria tirá-la de perto daqueles assassinos a sangue frio. Pois aquela mulher negava sua natureza.

Levantou-se do chão, ignorando a sensação incômoda causada pela fragilidade de seu corpo humano após ficar muito tempo numa mesma posição. Mas nem ao menos cogitou a possibilidade de partir. Ele não estava fazendo nada de errado em fazê-la companhia. Era apenas isso o que estava fazendo. Uma boa ação. Não é mesmo?

Sentou-se no banco, ao lado dela. Girou um pouco seu tronco, de forma a ficar de frente para ela. Apoiou um dos cotovelos no encosto do banco e deixou sua cabeça pender sobre a mão do mesmo braço. Apesar do sorriso verdadeiro que lhe fora oferecido, as palavras dela eram preenchidas por melancolia. Tamanha que era quase palpável. Se estivesse observando toda aquela situação como uma terceira pessoa, alheia às causas e efeitos do diálogo, muito provavelmente não entenderia como conseguia sentir compaixão por um vampiro. Era insensato. Incompreensivel. Quase inadmissivel. Mas como agente ativo da ação, Gabriel não conseguia aceitar o pensamento. Ele enxergava além dos estereótipos. E as palavras que lhe foram ditas pertenciam a alguém ferido. Alguém que há muito fora ferido. E ele jurou ter compartilhado de sua dor.*

Vida que poderia ter tido...? Creio que não importa em que condições se encontra neste momento. Ainda tens sua vida. Deveria agarrar-se a ela e fazer dela tudo o que gostaria. Ainda tens a eternidade pela frente, então pare de pensar no passado. Não digo que muitos fariam de tudo para ter a chance que tens, pois só tu sabes o fardo que pode ser tua condição. Quero apenas que faças de sua vida algo melhor.

*O sorriso de Gabriel era típico de um anjo. Sereno, dócil. E ele não falara aquelas palavras apenas porque parecia o certo a se fazer. Ele realmente pensava daquela forma e esperava que a jovem o ouvisse. Queria vê-la livre daquela melancolia.

Atreveu-se a utilizar sua mão livre para afastar a mecha que caia teimosamente no pálido rosto dela. Rosto o qual memorizara todas as feições. Colocou a mecha atrás de sua orelha calmamente e retornou a postura inicial.*

Aliás, falo isso porque desejo que sorrias mais vezes. Cai-lhe bem.


OFF: DESCULPA OS ERROS DE PORTUGUES. TO COM PRESSINHA. Q
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Arauel em Sex Maio 27, 2011 10:51 pm

OFF: Acabando meu namoro pra ficar com você, SEU LINDO.
<3333333333333333333333333333
QQQQ
MENTIRA

MAS EU TE QUERO
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Angelique Barton em Seg Jun 06, 2011 11:10 pm

OFF: Bianca simplesmente me abandonou aqui. Valeu. (y)

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Bardo em Ter Jun 07, 2011 10:38 am

Off.: Vishe, os seus posts são realmente grandes. Parabéns ai, vou ter de suar e soar para concorrer e ser alguém pelas terras continentes, em ilhas e mar... Very Happy
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Bruce Wayne em Qua Out 12, 2011 12:46 pm

Bruce estava ali a um bom tempo já. Recebera um recado de que precisava estar ali na hora determinada no papel, mas já havia passado mais de meia hora. Claro que poderia ser uma armadinha ou alguma brincadeira de alguns dos rebelados, mas Bruce era irritantemente corajoso demais para não comparecer e saber o que estava acontecendo. Sair a noite era algo que os humanos odiavam e os rebelados tomavam cuidado, mas Bruce nunca se importou. Na verdade se dava melhor na escuridão com seus monstros interiores. Se sentia mais em paz e lembrava suas origens e o porque vivia a vida que levava hoje.

Encostou-se em uma árvore próxima, ficando nas sombras e assim só podia ser visto seu corpo, mas não o reconhecer. Vestia uma jaqueta escura e em das mãos trazia o capacete de sua moto, estacionada perto de onde se encontrava. Por baixo da jaqueta, imperceptível, uma pequena pistola Industrias Wayne IW23. Algumas das grandes idéias que ele criou.

Respirou um pouco alto, cansado de esperar. Odiava esperar. Odiava atrasos e... incrivelmente, estava com fome. Diziam que Bruce Wayne era feito de aço, pois nunca reclamava de nada.


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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Ishtar em Qua Out 12, 2011 4:02 pm

Bateu o pequeno salto de sua sapatilha na madeira bruta. Estava atrasada, e isso não era bom. Pigarreou baixo esperando alguma reação do barqueiro mudo a sua frente. Como este nada fez, Ishtar obrigou-se a pigarrear mais alto e para sua frustração o homem continuava uma estátua, voltado para a água e olhos na noite. A anja soltou um pequeno gemido e dirigiu-se a ele com toda a educação que tinha. – Er, com licença. Será que não tem como o senhor remar mais rápido? Ou melhor, não tem como o senhor fazer com que esta barca navegue um pouquinho mais rápido? Estou atrasada...– Ishtar torceu o nariz para o anjo, que estava mais para uma estátua. – Por favor! Já está escuro e estou realmente atrasada.Enfim uma reação! Apenas um erguer imperceptível de suas sobrancelhas. – Não, não! Não me leve a mal! Não estou com ‘medo’ do escuro. Apenas temo por quem está me esperando, não entende? Ele está sozinho! Céus! Será que ao menos pode olhar-me enquanto dirijo-me á você? – Pôs ambas as mãos na cintura e fez uma carranca. Mal educado! Nem ao menos fazia questão de escutá-la!Olha aqui, senhor barqueiro eu... – Puff, em um segundo estava de pé com uma das mãos na cintura e a outra apontando o dedo para o homem; e em outro caíra de bunda no chão. Confusa, olhou para trás percebendo que finalmente haviam chegado, e o anjo nem ao menos a avisou! Indignada, olhou-o feio e levantou-se, batendo as mãos em seu vestido para tirar a poeira do chão. – Obrigada. – Disse-lhe secamente, saindo desajeitadamente do barco. Assim que estava em terra firme, o anjo barqueiro jogou-lhe uma capa e como estava desprevenida (sempre estava) a capa acabou batendo em sua cabeça e escorregando para o seu rosto. – Não esqueças de seres discreta. – Riu, retirando a barca da beira do rio, muito rápido por sinal.
Ishtar tirou a capa de sua cara e a vestiu enquanto murmurava irritada; todos a tratavam sem respeito algum achavam-na uma tonta e um desperdício de tempo e espaço. Pôs o capuz e olhou-se de cima a baixo, vendo que seu vestido fazia com que a capa ficasse ligeiramente entreaberta, mas apesar disso estava ‘discreta’ e talvez pudesse ficar imperceptível a alguns olhos.
A anja havia optado por escolher suas próprias roupas e sapatos e ao contrário da maioria dos anjos que chegavam nus e colocavam as roupas humanas ao sair da barca; Ishtar havia saído de Heaven vestindo um vestido primaveril dos anos 50 e um par de sapatilhas brancas. Agora para completar sua vestimenta, a capa que o anjo barqueiro havia ‘dado-lhe’ era negra e parecia cetim, ondulando-se a capa passo que a anja dava.
Observou onde estava, e sentiu um nó em sua garganta. Estava realmente muito diferente de quando esteve ali pela ultima vez. Lembrava-se da beleza do lugar e de como os humanos gostavam de caminhar pela praça nas noites de luar. Uma angustia que Ishtar não sabia de onde vinha começou a formar-se dentro dela. Apertando a abertura da capa contra seu peito, caminhou apressadamente para o local marcado.

Seus saltos batiam contra o chão de pedra e seus olhos voavam por todas as direções, a escuridão cada vez mais presente assustava. Estava bem? Estava seguro? Por que ela o mandara aquele recado? Deveria tê-lo encontrado no seu esconderijo e não ali! Tola Ishtar! És uma tola! Tola, tola, tola... Parou assim que sentiu as emanações do humano. Estava perto! E estava vivo! Graças a Yahweh!
Aproximou-se sorrateiramente do vulto, envolto pela escuridão...
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Bruce Wayne em Qua Out 12, 2011 4:46 pm

Bruce estava absorto em pensamentos mas pôde ouvir alguns passos, passos estes que ele estranhos. Saltos. Uma mulher? Não seria nenhuma das rebeladas, já que estas costumavam andar com sapatos confortáveis, na maioria botas de combate. Realmente se vestiam como soldados.

O rapaz esperou a aproximação e quando notou a figura, não pôde conter o leve abrir de sua boca, por ser pego desprevenido. Realmente sua beleza era notável, mas era como se fosse de uma outra época. Lembrava-lhe as bonequinhas de luxo que sua mãe guardava no guarda-roupas. Algo frágil, belo mas totalmente fora de contexto. Tão fora de contexto em suas vestimentas até marcar um encontro com Bruce em lugar tão estranho. Geralmente pediam que as buscassem em casa, quando Bruce estava se passando pelo riquinho mimado ao qual frequentemente tinha que interpretar.

Esperou a moça se apresentar. Deveria ser alguma repórter e se fosse, havia perdido seu tempo. Com a mão livre colocou-a no bolso da jaqueta e foi logo se apressando em dizer para não perder mais seu tempo.

- Não me importa de qual jornal você é, eu já disse que não darei entrevistas. O que faço da minha vida pessoal não é de interesse público e se for sobre s Indústrias Wayne, fale direto com o advogado da empresa.

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Ishtar em Qua Out 12, 2011 5:10 pm

Jornal? Jornal? Sua cabeça demorou em processar o que o humano dizia. Seu alívio por vê-lo bem e vivo foi imenso, e a agressividade com que se dirigiu a ela deixou Ishtar assustada. Que tipo de humano haviam deixado aos seus cuidados?
Parecia ser um humano adulto normal se não fosse pela dureza de seus olhos penetrantes, que não deixava dúvidas para Ishtar de que se tratava de uma espécie de guerreiro.
Seus próprios olhos cinzentos ficaram arregalados de surpresa e receio. Estava com medo da reação, e estava com medo do que viria a seguir. A anja nunca estivera tão temerosa como naquele instante. Deu um passo tímido à frente e tirou a capa que a cobria, assim poderia deixar que o humano a visse por completo.
- Entrevista? Não compreendo... – Sua cabeça involuntariamente pendeu-se para o lado, e seu olhar percorreu por todos os lados e de cima a baixo o humano. Estava-o estudando, querendo entende-lo pelos gestos e saber no que ela estava sendo submetida.
Notara a sua força, mas Ishtar não tinha malícia como os humanos, não tinha esse tipo de sentimento. Era um anjo e acima de tudo amava seu criador e a seu mestre. Sentimentos mundanos eram desconhecidos a ela. Olhou ao redor de onde estavam, sentindo a leve brisa noturna pinicar suas bochechas, deixando-as avermelhadas pelo frio. Que estranho! Fazia anos, talvez até mais, que não sentia frio! Era estranho estar de volta, e sobre tudo; era estranho estar em frente a este humano.
- Temos que ir... Quero dizer, temos que sair daqui. – Fitou-lhe os olhos, e desta vez deteve-se neles. Podia sentir a sua dor, podia ver a sua magoa e um sentimento de dor invadiu a anja também, um sentimento de pesar e pena pelo humano. O que haviam feito a ele? Quis saber Ishtar.

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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Bruce Wayne em Qua Out 12, 2011 5:27 pm

Bruce notou que a havia assustado e sentiu-se ruim pelo que havia feito. Ela lhe parecia bastante... bondosa pelo que podia ver. Bruce olhou-se enquanto a mesma o fazia com ele. Delicada ao ponto de parecer quebrar, mas também tem um ar de desajeito, de timidez. Suas bochechas rosaram com o vento e ela pediu para sairem dali. Ele não sabia ao certo se era um pedido. Deu um passo na direção dela.

- Por que quer sair daqui? Algum problema?

Olhou ao redor e instintivamente sua mão apertou mais o capacete e seus olhos se fecharam em fendas, procurando alguma ameaça que a delicada vira e Bruce não. Não encontrou nada, então não vira necessidade de sair as pressas. Queria saber o porque dela o chamar. Mas ao invés disso uma pergunta fugiu de seus lábios.

- Quem é você?
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Ishtar em Qua Out 12, 2011 5:52 pm

E agora? Ela não estava preparada para esta pergunta! Ou melhor, Ishtar não estava preparada para pergunta alguma! O que diria? A verdade? Já que Heaven não era mais um segredo para os humanos, e que anjos já não eram mais só uma criatura mítica, ela poderia contar-lhe toda a verdade, não é? Respirou profundamente, tentando clarear seus pensamentos. Certo, Ishtar. Diga-lhe a verdade!
- Bom eu, é... – Travou, não poderia dizer isso assim, e ali. E se alguém a escutasse? E se algum demônio a escutasse? É melhor sairmos daqui, não é seguro. Podemos ser ouvidos.
Ishtar olhou por sobre os ombros, a escuridão não era um problema para seus olhos, e pode ver e sentir que estavam sozinhos, por ora.
- Por favor, rápido. Temos que sair daqui! – Andou para frente, mas parou quando seus olhos se depararam com um objeto curioso nas mãos do humano. Ele estava segurando-o forte entre aos mãos, e a anja ficara curiosa sobre a sua origem. – O que é isto?
Poderiam os anjos ter déficit de atenção? A anja certamente poderia, e quando deu-se por si já estava com uma de suas mãos perto o suficiente para tocar no objeto. Foco, Ishtar!
Balançou fortemente a cabeça para se recompor. – Perdoe-me, ás vezes perco-me. Conheces algum lugar seguro para que possamos conversar? – Seu rosto voltar a ficar com a expressão preocupada. Mesmo preocupada, a anja não conseguia deixar de ficar curiosa sobre o tal objeto. O que poderia ser aquilo? Uma espécie de arma? Por Yahweh, será que o humano estava armado?
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Freya von Nacht em Qua Out 12, 2011 6:51 pm

OFF: AAAAH COMO A ISHTAR É FOFA, GENTE. *------* não sabia que a Bruna era capaz de interpretar um personagem assim. ERIOGJERIOGJERGIOER

Adorei o casal. Tô louca pra ver como a história vai desenrolar. <3
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Re: London's Hyde Park

Mensagem por Ishtar em Qua Out 12, 2011 6:53 pm

Off: Até eu to assim, EU POSSO SER ZENTIL E AMÁVEL OMG :O
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Re: London's Hyde Park

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